Embora menos comum do que nos adultos, as crianças também perdem cabelo. Nos Estados Unidos, 3% das consultas ao pediatra devem-se a este problema. Fungos, traumas e algumas doenças estão entre as principais causas. Os pais devem ficar atentos e levar os filhos a um dermatologista para que seja feito um diagnóstico preciso. A queda de cabelo incomoda, em especial, crianças de mais idade, deixando-as com autoestima alterada.

Já nas primeiras semanas de vida, o bebê pode ter queda de cabelos difusa ou localizada. É um quadro transitório, que não precisa de tratamento.

As causas mais comuns de queda de cabelos em crianças são: alopecia areata, fúngicas no couro cabeludo, eflúvio telógeno, hormonais, nutricionais, tração (tricotilomania) e infecções bacterianas sistêmicas (amidalite, otite...).

Os fungos podem atingir crianças de todas as idades - em especial na regiões mais pobres, pelo fato de viverem aglomeradas e em moradias de higiene precária porém ocorrem mais em crianças na faixa pré-escolar e escolar, isto é, de 5 a 10 anos.
Existem dois tipos de queda de cabelo causada por fungos: a tinha tonsurante, mais frequente, é causada por um fungo adquirido de outras crianças ou de adultos doentes, da terra, da areia ou de cães e gatos. Nesse caso o microrganismo “corta” porções de cabelo próximo do couro cabeludo, deixando a criança com uma ou várias peladas. Já a tinha favosa, mais rara, é conatgiosa e grave. Ela provoca várias lesões no couro cabeludo, inflama o folículo piloso podendo deixar cicatriz e, portanto, calvície definitiva nos locais em que ocorre.

Já a alopecia areata caracteriza- se pela queda repentina e geralmente rápida de cabelo do couro cabeludo e/ou de qualquer outra região do corpo, deixando a pele lisa. Trata-se de uma doença autoimune, que atinge crianças, jovens e adultos. Na infância ocorre principalmente em meninos e meninas de 5 a 11 anos. Provoca mais frequentemente lesões redondas ou ovaladas.

É comum ser desencadeada por fatores como estresse pela perda de alguém querido.
A alopecia tradicional deve-se a traumas frequentes no fólico piloso pela ação de quem cuida da criança. O exemplo clássico é a mãe que sempre faz a mesma trança na filha, forçando seus cabelos. De tanto pressionar, o fólico piloso se inflama e atrofia. Os cabelos não nascem mais.

Já a tricotilomania, distúrbio psiquiátrico, também pode ocorrer em crianças. Em situações de tensão e estresse, elas mexem nos cabelos e os arrancam, formando áreas de calvície.
O eflúvio telógeno, por sua vez, se caracteriza por aumento na quantidade/proporção de cabelo na ùltima fase, a telógena, e a consequente aceleração no ritmo de queda. Pode ser agudo ou crônico. A forma aguda ocorre em geral dois a três meses após febre alta. A crônica se caracteriza quando a queda de cabelos ocorre por mais de seis meses. Entre as causas estão: desnutrição protéica, anemia crônica e o hipotireoidismo.

E o eflúvio anágeno, enfim, se caracteriza quando todos os fios de cabelo que estão na fase de crescimento ou de multiplicação (fase anágena) passam a cair. Ocorre em crianças maiores e mexe com sua vaidade e com autoestima. Nas situações mais graves, elas podem até ser atingidas por estados depressivos. O ideal é que, na primeira indicação de queda excessiva de cabelos, os pais procurem um dermatologista. A maior parte dos casos, felizmente, já tem tratamento eficaz.


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